— Essa prática tem se expandido para além dos domínios das comunidades. Ela não tem ficado restrita apenas às comunidades e tem ganhado o asfalto, tem ganhado as ruas. Então, esses traficantes entram em contato com o síndico, assumem o controle de câmeras de segurança, cortam, interrompem o fornecimento de internet de outras operadoras, deixam os moradores por dias sem internet e, logo após, ingressam com o serviço de internet ligado a eles. Esse serviço de internet opera como um braço financeiro da “narcotraficância”, estabelecendo um monopólio nas regiões por eles dominadas e impondo [o serviço], de modo que o morador não tenha oportunidade de escolher o prestador — explica a delegada.




