Uma das maiores análises já feitas sobre exercício e dor encontrou evidências de que atividades físicas leves podem reduzir significativamente o desconforto em pessoas com diferentes condições, da artrite à enxaqueca, tanto quanto remédios e até mais que exercícios pesados.
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Pesquisadores da Adelaide University analisaram mais de 150 pesquisas que, juntas, totalizam mais de 221 mil participantes.
O que eles descobriram foi que, no geral, o exercício é capaz de reduzir mais de 1 ponto em uma escala de dor de 0 a 10, em média: aproximadamente 60% maior do que a média relatada em outros estudos com analgésicos comuns
De acordo com o estudo, exercícios de baixa intensidade e programas mais curtos mostraram maiores reduções de dor: o efeito foi especialmente significativo em programas com menos de 12 semanas e de baixa intensidade — ou seja, menos de 120 minutos por semana.
“Quando nos exercitamos, nosso corpo libera substâncias químicas, incluindo endorfinas e serotonina, que podem ajudar a reduzir a intensidade da dor e aumentar nossa tolerância a ela”, explica Ben Singh, líder da pesquisa.
“Além disso, ajuda a acalmar a inflamação e a mudar a forma como nosso cérebro reage à dor, melhorando também o humor”, conclui o pesquisador.
Segundo ele, o estudo mostrou que qualquer forma de exercício — basicamente, movimento — ajuda a melhorar a dor, mesmo em atividades como ioga, pilates e tai chi — que foi um dos mais efetivos.
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