“Esse processo esvazia os cargos efetivos, enfraquece a carreira e fragmenta o trabalho, além de colocar trabalhadores com vínculos e salários diferentes executando atividades dentro das mesmas unidades. Terceirizar não resolverá os problemas do INSS. A saída exige concurso público, valorização da Carreira do Seguro Social, melhoria das condições de trabalho e recuperação da estrutura das APS”, afirma.



