— A gente vê isso no futebol, no carnaval, na política e até em reality shows, em situações nas quais se cria uma espécie de “jogo” entre o “eu” e o “outro”, formando identidades que se afirmam como parte de um coletivo contra quem pensa ou age de forma diferente. Ao mesmo tempo, os criminosos usam esses símbolos para se enaltecer, alimentar uma espécie de vaidade e construir uma imagem de heroísmo nessas disputas violentas, sempre com o objetivo de derrotar o “outro”, isto é, os membros de facções rivais.



