Pagamentos feitos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) após a morte de segurados não devem ser sacados por parentes. Muitas vezes o dinheiro chega a entrar na conta do titular, devido ao intervalo entre o registro do óbito feito pelo cartório e o consequente comunicado ao governo e a atualização das informações nos sistemas previdenciários. Mas o saque por um integrante da família é considerado irregular. Segundo a Previdência Social, isso nunca deve ser feito, ainda que existam dependentes com o direito de requerer a pensão por morte.



