— Magrão é de Santa Cruz, cresceu em Ramos, mas frequentava muito a Maré e tinha uma banda com outra galera de lá. O grupo foi mudando a formação, até que saiu o vocalista, e eu entrei. Nasci em Fortaleza, mas cresci Maricá. Vim para o Rio fazer faculdade, e surgiu a oportunidade de tocar na Maré. Eu não tinha vivência dentro de comunidade e, para mim, foi natural. Como cresci em área rural, era próximo do que vivi quando criança. Depois veio Rodrigo, que cresceu no Alemão; e Ruth, que é da Maré mesmo.



