“No dia seguinte, eu cheguei com outra mentalidade. Durante a triagem, contei pra Tai e pra Eliz do meu dia, e isso logo se tornou rotina. Todos os dias, eu não acordava pensando ‘hoje tenho rádio’, e sim ‘sobre o que vou fofocar com as meninas hoje?’. Tiveram dias que eu chegava bem, às vezes até maquiada, ou de salto, até de lingerie eu já apareci lá. E tinham dias que eu chegava péssima, com dor, cansada, triste, de pijama”, contou.



