No caso das expectativas, desde o encontro de junho, houve redução na projeção mediana do Boletim Focus para 2026, de 5,3% para 5,0%, embora fora do intervalo da meta, mas alta nas estimativas mais longas, para 2027 e 2028, para 4,2% e 3,8%, respectivamente. O desvio para os próximos anos, especialmente em 2028, é considerado mais preocupante, porque não tem relação com os choques de oferta, como o salto nos preços de petróleo devido à guerra e o risco climático relacionado ao El Niño, e é associado em parte às preocupações fiscais domésticas.



