Entre as irregularidades constatadas estavam, inclusive, a falsificação de assinaturas de promotores e de um juiz, além da adulteração de dados e da alteração de valores constantes originalmente nos processos. Em um dos casos, por exemplo, o valor da causa que constava em um requerimento feito pela 2ª Promotoria de Tutela Coletiva de Magé era de R$ 5 milhões. Após uma adulteração, no entanto, a quantia que passou a constar no documento era de R$ 50 mil. Em outro processo, após uma adulteração, o período de suspensão dos direitos políticos da ex-prefeita também teria sido alterado.



