O país do futebol, que se orgulha de ser o único pentacampeão do mundo, passou a ser o eldorado do continente. E não veja na reflexão um sentimento xenófobo ou uma tese de reserva de mercado. Nada disso. É a constatação de que algo precisa ser observado com maior rigidez pelos órgãos fiscalizadores dos clubes e da própria CBF. Não é normal, por exemplo, tradicionais formadores, como Vasco, Grêmio e Internacional, campeões nacionais e continentais, estarem na draga em que se encontram, gastando o que não têm na aquisição de jogadores pra lá de questionáveis, no preço e na qualidade técnica.



