Batizada de “Acerto de Contas”, a ação revelou que os integrantes fingiam ser advogados, servidores públicos e representantes de órgãos governamentais. Eles entravam em contato com as vítimas por telefone, aplicativo de mensagem e e-mail, argumentando que elas tinham valores elevados para receber, como créditos judiciais, gratificações e benefícios financeiros. Porém, para a liberação da quantia, era necessário o pagamento antecipado, como taxas, impostos ou outras condições falsas.



