O custo para os cofres públicos decorre da renúncia de arrecadação prevista com a ampliação do regime. Na prática, mais empreendedores poderão permanecer enquadrados como MEI, que reúne tributação simplificada e contribuição reduzida ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em vez de migrarem para outras modalidades de empresas, como o Simples Nacional. Segundo a estimativa do governo, a perda de arrecadação será de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.



