— Nós fechamos o Cetas-RJ de forma absoluta, suspendendo a entrada e a saída de animais, em razão de uma crise sanitária. Tivemos a morte de três macacos-prego em um período muito curto. As análises de necrópsia levantaram a suspeita de tuberculose. Então, procedemos a outras análises, com apoio da Fiocruz e da Universidade Federal Rural, que confirmaram a ocorrência da doença. Imediatamente, submetemos todos os servidores e colaboradores a exames de saúde e testagem. Foram cerca de 50 testes realizados com o apoio da Prefeitura de Seropédica e da Secretaria de Saúde. Um primeiro teste deu positivo, apontando que essas pessoas tiveram contato com a bactéria, mas, no segundo exame, foi confirmado que nenhuma delas desenvolveu a doença. Portanto, nenhum ser humano foi afetado — explicou Rogério Rocco, superintendente do Ibama no Rio.



