O jeito brasileiro de viver o futebol começa na originalidade e na ousadia de saber que o que calçamos no pé é também símbolo de conforto, identidade e estética.
A chuteira rosa-choque está chamando atenção durante a Copa do Mundo 2026. E se antes o rosa era visto com desconfiança pelos mais conservadores, hoje é a afirmação de uma geração que joga com posicionamento, dita tendências e entende que a estética faz parte do espetáculo. Sendo uma das cores de maior impacto visual em campo, o rosa é uma escolha estratégica, pois é chamativo, garante contraste e se destaca no gramado.
Chuteira rosa faz sucesso na Copa
Reprodução
Enquanto os atletas brilham no campo, os torcedores procuram utilizar as cores da bandeira do Brasil nos pés. No último sábado (13), a marca Havaianas realizou uma ação no heliponto do Morro da Urca, aos pés do Cristo Redentor, onde instalou um mosaico da bandeira nacional feito com 4.500 pares de chinelos.
A iniciativa transformou um dos cartões-postais mais icônicos do país em uma homenagem ao espírito brasileiro, onde o público ainda foi escalado para fazer parte dessa celebração e levar um par de chinelos para a casa.
A criatividade sempre fez parte da vida do torcedor, e, no Brasil, até o que calçamos nos pés faz parte dessa linguagem de expressão. É com base nisso que Juliana Soncini, diretora de marketing da Havaianas Latam, explica o propósito da ação: “O futebol tem a capacidade de reunir pessoas e despertar emoções que fazem parte do jeito brasileiro de viver e celebrar. Queremos exaltar esse molho brasileiro que nos torna únicos, essa mistura de criatividade, alegria, autenticidade e espontaneidade que transforma qualquer momento em uma festa”, afirma Juliana Soncini.
Casemiro, Raphinha e Luiz Henrique durante a goleada do Brasil por 6 a 2 contra o Panamá, no amistoso do fim de maio, dias antes da estreia da Copa
Mauro Pimentel/AFP
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