Nova lei aposta estatal de tecnologia para modernizar gestão pública goiana


Modernidade institucional é o guia por trás da Lei Estadual nº 24.333, de 8 de junho de 2026. Aprovado pelo Parlamento goiano no mês passado, o texto amplia as competências da Goiás Telecom e cria a Goiás Tecnologia, estatais dedicadas à prestação de serviços e provimento de ativos tecnológicos aos órgãos e às entidades da administração pública.

Criada como Celg Telecom, a Goiás Telecom é responsável por explorar serviços no mercado de tecnologia da informação (TI) e comunicação. Segundo justificativa do governador Daniel Vilela enviada à Casa de Leis, a estrutura operacional da empresa passou a demandar novas atribuições com o passar dos anos.

Em resumo, as novidades tratam de integração de infraestrutura, transformação digital, gestão energética e modernização de serviços públicos. A norma também expande os modelos de negócios da empresa, com o objetivo de permitir maior flexibilidade na constituição de subsidiárias, participação societária, reorganizações empresariais e parcerias estratégicas.

Além disso, a Planalto Solar Park, que integrava os ativos da CelgPar, foi incorporada à estrutura administrativa do Poder Executivo estadual e renomeada como Goiás Tecnologia. A empresa está vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Segundo a matéria, a Goiás Tecnologia buscará implementar a política estadual de ciência, tecnologia e inovação, oferecer bens e serviços de telecomunicações, soluções de TI e infraestrutura tecnológica, além de atuar na geração e transmissão de energia.

As atividades abrangem, por exemplo, desde serviços especializados em energia e segurança eletrônica até gestão de infraestrutura compartilhada, suporte técnico, pesquisa e desenvolvimento.



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