Tudo começou em 2003, com um rapaz de 23 anos e uma vontade simples: transformar o que mais gostava de fazer em algo para os outros. “Era uma coisa que eu, mesmo novo, com 23 anos quase 24, gostava de fazer, que era jogar e orientar os companheiros dentro de campo”, lembra Adílio Cunha, hoje presidente e professor do Toque de Mestre. Foi assim que nasceu, na comunidade da Cachoeirinha, no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, um dos projetos sociais mais longevos da região.



