Por outro lado, porém, há quem critique o uso do termo. Em um artigo recente, o presidente do departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), regional São Paulo, Diego Félix Miguel, defendeu que, ao propor termos novos, buscando evitar as palavras “velho”, “velha” ou “pessoa idosa”, o idadismo, preconceito contra o idoso, é apenas reforçado.



