Leniel contou que buscou Henry no condomínio Majestic, na Barra da Tijuca, no sábado anterior à morte da criança, e percebeu marcas no corpo do menino. Segundo ele, o filho vinha apresentando comportamento “atípico” nos fins de semana anteriores, chorando ao ter que retornar para a casa da mãe. O pai afirmou, porém, que pessoas próximas diziam que a reação era consequência natural da separação do casal, ocorrida cerca de seis meses antes.



