Se o projeto tem uma boa direção, um texto que me prende e um personagem que me instigue, eu embarco. Quando caí um personagem interessante na minha mão, eu acordo todo dia inspirado e motivado a trabalhar nele. Em “Brasil 70 – A saga do Tri”, fui chamado pra interpretar o jogador Rivellino, que além de ser um dos maiores nomes do futebol brasileiro, me instigou mais ainda pelo fato de termos muitas coisas em comum. Por exemplo, somos canhotos e quando eu jogava futebol na escolinha, minha posição preferida era a mesma que a dele – a meia esquerda, e assim como ele, eu era mais conhecido entre os colegas por ter um chute surpreendentemente forte.



