O quinto dia do julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros — réus por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação de testemunha e fraude processual — avançou nesta sexta-feira sobre um dos pontos mais sensíveis do caso Henry Borel: a origem das lesões encontradas no corpo do menino de 4 anos. Em depoimento ao júri, o perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes — testemunha do Ministério Público do Rio — detalhou “sinais de espancamento” em ferimentos identificados na cabeça da criança e afirmou que eles indicam agressões em momentos distintos. Segundo ele, o menino tinha pelo menos 17 pontos de lesão encontrados no corpo.



