Ex-governador diz que rombo de mais de R$ 13 bilhões compromete reajustes, concursos e serviços essenciais como saúde e educação.
O ex-governador e pré-candidato ao Governo do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD), criticou duramente o plano do atual governo para tentar salvar o BRB com um empréstimo bilionário. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Arruda classificou a medida como mais uma cena lamentável da gestão de Celina Leão.
Arruda afirmou que o governo pretende usar recebíveis futuros, incluindo recursos do FPE e FPM, como garantia para o empréstimo. Segundo ele, esses recursos seriam destinados a educação e saúde a partir do ano que vem. “Não basta quebrar o banco, agora vão pegar um empréstimo bilionário pra tapar o rombo do BRB”, disse.
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O ex-governador citou dados do Tribunal de Contas do DF, que apontou déficit de R$ 5 bilhões nas contas públicas. Somado aos R$ 8,6 bilhões do rombo no BRB, o total ultrapassaria R$ 13 bilhões. Para Arruda, isso significa que o próximo governo terá uma “bomba fiscal” para administrar.
Ele listou consequências diretas para a população e servidores: impossibilidade de realizar novos concursos, congelamento de reajustes salariais e precarização ainda maior dos serviços de saúde, educação e segurança. “O atual governo fez de Brasília uma sala do banco Master, quebrou o BRB e agora, na véspera da eleição, está destruindo o nosso futuro”, afirmou.
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Arruda disse estar perplexo com a situação, mas garantiu que não perde a fé no futuro do Distrito Federal. Ele reafirmou o compromisso de devolver Brasília à população caso seja eleito. “Seguimos em frente, perplexo, mas com muita fé no futuro”, concluiu.
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