— Lígia começa doente, então só ficava confinada. A gente tem vontade de sair, contracenar com outras pessoas, então esse começo não foi fácil. Ela era a âncora da casa. Mas vamos ver no final da Lígia o salto para um novo futuro. Uma nova mulher renasce depois que vê a filha e a neta encaminhadas. O público vai gostar muito — avisa a intérprete Dira Paes, que celebra a dobradinha com Joaquim (Marcos Palmeira), de quem sua personagem se aproximou na reta final: — O público comentou a química entre Lígia e Joaquim. Marquinhos é incrível, meu recordista de parcerias. Quando vejo uma criança sorrindo na rua pra mim, ou é por causa de “Três Graças” ou por “Pablo e Luisão”, que voltei a gravar um dia depois do fim da novela. É uma realização muito grande para quem já está partindo para seu 41º ano de carreira.



