“Quando eu o vi no Rio em Fevereiro de 2004, o encontrei muito doente. Na casa que vivia só uma faxineira pra fazer sua comida. Não tinha voz, estava morrendo. Fui com ele até seu cardiologista e a reposta foi desestimulante, ou fazia um transplante ou não viveria mais. Voltei pra SP e procurei o melhor médico daqui, no Incor encontrei o Dr Paulo que salvou o Herval por três anos, trocando seu marcapasso, entrando com remédios mais modernos e dando condições dele dirigir uma novela inteira com muito sucesso “A Escrava Isaura” (segunda versão). Um homem que venceu a vida quando tudo e todos diziam que não! 19 anos da sua partida!”, escreveu ela.



