— Acho muito limitante a gente conseguir compartilhar apenas nas redes sociais desafios tão profundos e delicados, em recortes rápidos. Trazer algo com calma, levar essa vivência de forma vulnerável, com nossas dores, e aos mesmo tempo gerando diálogo traz mais informação e interesse — justifica Rafa, que enfatiza: — Talvez, se eu tivesse assistido a um documentário como esse no momento da minha gestação, eu teria passado por várias situações mais tranquila, porque entenderia que não foi algo isolado.



