Xangô foi um dos grandes reis do império de Oyó, reconhecido como o terceiro Aláàfin. Seu governo foi marcado pela expansão, pelo poder político e por uma forte ligação simbólica com o fogo e o trovão. Após sua passagem, não foi apenas lembrado como líder, mas elevado à condição de Orixá, tornando-se referência de justiça, autoridade e equilíbrio. Seu culto preserva essa origem, mostrando que sua realeza não é simbólica, mas ancestral.



