O que provavelmente preservou as vigas por 2.600 anos, explicou Efrat, foi o reboco que derreteu das paredes do edifício, selando a madeira que estava por baixo. Estudiosos acreditam que, após o incêndio, moradores de Jerusalém que retornaram à cidade, ao iniciarem a reconstrução, provavelmente tomaram a decisão deliberada de preservar a memória da destruição, deixando para trás vestígios que contam a história da catástrofe.



