Após receber, em março, três atestados médicos digitais seguidos de uma funcionária em período de experiência, um comerciante de Copacabana resolveu investigar. Afinal, ela, no mesmo mês, já tinha apresentado um comprovante escrito à mão para abonar a ausência, e, em fevereiro, faltara ao serviço três vezes. Nos documentos online, o empresário verificou que, no QR Code de validação, não constavam o nome e o CRM da médica responsável que apareciam nos certificados. Acessou, então, o site usado pela jovem, seguiu o passo a passo indicado, e comprou para ele, homem, sem passar por consulta, a dispensa de um dia por “dismenorreia”, termo médico equivalente a uma cólica menstrual intensa.



