Ele relatou a preocupação de Ronaldo Caiado sobre os impactos da estrutura do IVA no equilíbrio federativo. Embora reconheça melhorias técnicas no texto (como a desoneração de investimentos e exportações), Brandt alertou para a forte redistribuição de carga entre setores que pesará sobre o segmento de serviços, educação e saúde, decorrente da falta de simulações durante a tramitação. Afirmou que nenhum presidente eleito terá autoridade para suspender a execução da Reforma Tributária, pois isso provocaria caos fiscal, mas propôs usar a estrutura técnica do governo e dos estados para simular e mitigar os impactos na transição. Sobre bets, ele defendeu a proibição total de propagandas e publicidades de apostas esportivas na mídia e em entidades esportivas, mas que a proibição das apostas, em si, poderia empurrar o setor para a ilegalidade.



