Veja a cronologia do caso Master x Moraes x Banco Central


Reportagem revela contatos do ministro do STF com presidente do BC sobre banco liquidado; Moraes nega pressão e detalha reuniões sobre lei Magnitsky.

O caso do Banco Master ganhou repercussão com revelações sobre contrato do escritório da esposa de Alexandre de Moraes com o banco e supostos contatos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. Daniel Vorcaro, dono do Master, contratou Viviane Barci de Moraes como advogada, e o BC vetou compra pelo Banco de Brasília (BRB) antes de liquidar a instituição.

Em 11 de dezembro de 2025, O Globo publicou que o contrato previa defesa de interesses do Master e de Vorcaro no BC, Receita Federal e Congresso, com pagamento de R$ 129 milhões, em parcelas mensais de R$ 3,6 milhões entre 2024 e 2027. Após liquidação do banco, pagamentos foram interrompidos.

Em 22 de dezembro, reportagem de Malu Gaspar em O Globo detalhou que Moraes procurou Galípolo ao menos quatro vezes em favor do Master, com três contatos telefônicos e um encontro presencial, confirmado por Caio Junqueira da CNN Brasil.

Parlamentares reagiram: deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) anunciou pedido de impeachment de Moraes, buscando assinaturas durante recesso. Senador Alessandro Vieira (MDB-SE) avalia CPI para investigar contrato e possível interferência de Moraes em benefício do cliente da família.

Em 23 de dezembro, Moraes manifestou-se afirmando que reuniões com Galípolo trataram de consequências da lei Magnitsky aplicada contra ele e sua esposa. Mencionou encontros com executivos de bancos como Itaú, Banco do Brasil, Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Febraban, BTG e Santander sobre o tema.

O BC confirmou reuniões com Moraes sobre efeitos da lei Magnitsky. Na noite de 23 de dezembro, O Estado de S. Paulo reportou que Moraes ligou ao menos seis vezes no mesmo dia a Galípolo sobre andamento da compra BRB-Master.

Em segunda nota no dia 23, Moraes negou telefonemas para pressionar pela aquisição e afirmou que escritório da esposa jamais atuou na operação perante o BC. Em setembro de 2025, BC vetou compra citando ausência de documentos comprovando viabilidade econômico-financeira. Em novembro, Vorcaro foi preso pela PF por fraudes contra sistema financeiro.

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