SELEÇÃO. Gosto da ideia de um ataque com Estevão, Endrick, Vini Jr e Raphinha. Para início de novo ciclo da Copa do Mundo, não me parece ruim. Segue preocupando, porém, a ausência dos chamados “quebradores de linhas” – meias criativos que municiam o ataque. Antes de fechar questão, será preciso observar os espaços que Estevão e Raphinha ocuparão. Por ora, Carlo Ancelotti segue à procura do padrão ideal.



