Com o arranjo, a Unimed do Brasil passou a receber 90% da receita das mensalidades para pagar prestadores e reembolsos, enquanto os 10% restantes ficam com a Ferj. Com esses recursos, a operadora precisa quitar dívidas, despesas administrativas e também arcar com o custeio do hospital, despesa que, segundo da Cruz, agora passa a ser da Unimed do Brasil.



