Uma mãe que não tem nem o direito de chorar; a difícil realidade da maternidade atípica sem apoio


Vendo o programa, no entanto, confirmei como ações genuinamente interessadas podem contribuir. Estabelecendo pontes, fortalecendo redes… Depois de participar de um encontro de mulheres que se apoiam e podendo falar pela primeira vez dela mesma e não de suas crianças, Priscila, mãe de três filhos, sendo dois deles autistas, tomou coragem para, enfim, abrir seu pequeno comércio. Entre outras coisas, faz kits de presente, balões em formato de coração, laços lindos e delicados. Simbólico. Até na hora de escolher o que vender, montou uma “lojinha do amor”. Afinal, é isso o que ela sempre teve para dar. Preciosidade que não é mercadoria.



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