As mensagens, obtidas pelo GLOBO, são de novembro de 2023, um mês após os médicos paulistas serem assassinados em um quiosque. Eles estavam hospedados na orla da praia da Barra para uma conferência de ortopedia na primeira semana de outubro. Naquele momento, o CV tentava invadir comunidades dominadas pela milícia no Itanhangá, Zona Oeste do Rio. Segundo as investigações, o ortopedista Perseu Ribeiro de Almeida teria sido confundido com o chefe da milícia de Rio das Pedras, Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, de 26 anos. O crime, para os agentes, não foi previamente planejado, uma vez que os acusados não se importaram em tapar o rosto e agiram na pressa — a ação durou cerca de 25 segundos, entre idas e vindas ao veículo em que estavam.



