A decretação do afastamento de Rodrigo Bacellar (União) da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), por ordem do Supremo Tribunal Federal, provocou uma corrida silenciosa pelo comando da Casa. O ministro Alexandre de Moraes determinou que ele fosse solto, mas não retornasse ao comando do legislativo fluminense. No entanto, por ser eleito presidente, somente uma renúncia, perda do mandato de deputado ou morte tornaria vaga a cadeira. Nos bastidores, três nomes já estão sendo articulados por diferentes grupos políticos, mesmo antes de qualquer definição oficial sobre o futuro do deputado. Eles querem convencê-lo de que ao renunciar, Bacellar poderia articular pela eleição de alguém do grupo.



