Apesar de possuir registro anterior à resolução de 2007, o criadouro precisava concluir o processo de licenciamento ambiental, o que não ocorreu devido à pretensão de atuar exclusivamente com a criação de primatas, o que é proibido devido aos riscos sanitários envolvidos. Com as proibições, o estabelecimento buscou, em 2013, uma autorização por via judicial para exercer suas atividades.



