Naquela manhã, Genelle, então com 30 anos, vivia a rotina de trabalho que tanto gostava. Às 8h46, o primeiro impacto sacudiu o prédio. Minutos depois, ao sentir um novo tremor — o choque do segundo avião na Torre Sul —, ela e a colega Rosa iniciaram a descida pelas escadas. Com os pés doloridos pelo salto alto, Genelle parou no 13º andar para retirá-los, momento em que o colapso da torre, às 10h28, transformou tudo em caos.



