A saída, no entanto, gerou um fato inédito na linha sucessória. Castro já não tinha vice, pois Thiago Pampolha, eleito na chapa, foi indicado para o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) em um acordo político. Também não há presidente da Alerj, o terceiro na linha sucessória, pois Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi afastado do cargo pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, no curso de uma investigação sobre obstrução de Justiça por suposto vazamento de informações sigilosas para beneficiar o Comando Vermelho. Bacellar já foi denunciado pela PGR no caso e, na terça-feira, teve o mandato cassado pelo TSE no mesmo julgamento que condenou Castro.



