De 2016 a 2025, foram registrados mais de 1,4 milhão de nascimentos sem o nome do pai no Brasil. Somente no estado do Rio de Janeiro, o número de pais ausentes nesse período ultrapassou 103 mil casos, segundo dados do Portal da Transparência da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). Para combater o sub-registro paterno e ampliar a conscientização sobre a importância da paternidade e da convivência familiar, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Setor de Promoção da Filiação Paterna (Sepat), vai promover, nesta quarta-feira, a segunda ação social “Paternidade Itinerante em Ação”.



