A rotina de quem vive em áreas conflagradas na cidade do Rio envolve a tensão constante de, a qualquer momento, ficar na linha de tiro. Para outras pessoas, essas localidades precisam ser acessadas por conta do trabalho. Em hospitais, escolas e ao volante, profissionais convivem com sons de tiros, risco de invasões armadas, tentativas de coação por criminosos e o medo permanente de não voltar para casa. Esses profissionais não usam farda nem arma: eles atuam no front da guerra urbana envergando, em sua maioria, jalecos ou uniformes.




