“Nosso papel foi abrir os arquivos históricos, plantas e checar cada registro ornamental para garantir que a maquete fosse uma extensão legítima do prédio original. Traduzir o rigor arquitetônico de 1909 para uma escala tátil é um trabalho minucioso de preservação que garante um direito básico: o de que todos tenham acesso ao patrimônio. No âmbito da Museologia, nosso papel é articular pesquisa, documentação e preservação, buscando assegurar a divulgação da memória com rigor técnico através da inclusão. É nossa missão”, ressalta Raquel.



