A Polícia Civil do Distrito Federal divulgou um cartaz para pedir informações sobre o paradeiro de um homem apontado como integrante de um grupo especializado em furtos a residências em áreas nobres do DF. O suspeito é como Thiago Stefano Alves Avilino. Segundo a corporação, ele atua junto a uma mulher, que foi presa, e a um outro homem, ainda sem ter sido identificado.
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De acordo com a Polícia Civil, o trio agia junto nos endereços tidos como alvo, em especial nas regiões do Lago Norte e Lago Sul. Nas residências, o foco era levar joias, valores em espécie e eletrônicos. Em apenas um dos crimes, o grupo deu um prejuízo superior a R$ 400 mil aos moradores.
O modo como agiam foi descoberto nas investigações realizadas pelo 9ªDP. Os dois homens entravam nas casas e praticavam os furtos. Enquanto isso, a mulher ficava no carro, próximo ao alvo, para dar apoio. Ela tinha como função levar a dupla e retirá-los dos locais.
O trio utilizava técnicas especializadas na prática dos crimes, segundo a polícia observou, o que dificultou a identificação dos suspeitos. Entre as táticas estavam o uso de materiais que impediam a coleta de vestígios por parte da perícia técnica e apoio de carros com placas clonadas durante suas ações.
A identificação de dois dos três suspeitos se deu por meio de análise de horas de imagens de monitoramento colhidas pelo Distrito Federal, além de cruzamentos de dados e informações. A prisão preventiva da mulher e de Thiago e os mandados de busca e apreensão foram pedidos pela 9ª DP e aceitos pela Justiça.
A mulher, que não teve a identidade divulgada, foi presa pela 9ª DP na região de Ceilândia, quando dirigia um dos carros utilizados nos crimes. Na ação, o veículo foi apreendido. Na casa em que mora, em Samambaia, que foi alvo de buscas, os agentes encontraram placas de carros usadas nos crimes.
Já o segundo alvo, Thiago Stefano Alves Avilino, não foi localizado e é considerado foragido. A Polícia Civil divulgou um cartaz com uma foto do suspeito na quinta-feira. A corporação pede apoio da população, por meio do 197, para a coleta de informações que levem à localização do suspeito.
As investigações seguem para identificar e qualificar o terceiro integrante do grupo. Quem tiver informações que auxiliem a encontrá-lo também pode entrar em contato com a polícia. O sigilo é garantido.
O trio irá responder por associação criminosa, furto qualificado e adulteração de sinal identificador de veículo automotor, com penas que somadas superam os 15 anos de prisão. “As diligências policiais seguem também contra os receptadores dos bens subtraídos”, destaca a polícia.
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Suspeito de furtos em endereços nobres do Distrito Federal é procurado; prejuízo foi de R$ 400 mil em uma das ações



