— Durante esses 34 anos desde a estreia, as realidades da adolescência foram mudando. Mas acho que a essência permanece, essa emoção diante da primeira vez, da vida. Isso é eterno — diz Maria Mariana, emocionada. — É inacreditável ver que tudo começou comigo diante do meu diário e que hoje o projeto tem essa força. Algumas pessoas me procuraram querendo fazer uma adaptação antes, incorporar mudanças na história. Fiz isso durante um tempo, depois parei. Eu estava crescendo, tive filhos, fui me desenvolvendo. Seria como falar de fora, mas “Confissões” nunca foi isso. Nós éramos adolescentes falando para adolescentes.




