Na época, cerca de 150 agentes da Polícia Federal foram mobilizados no Rio de Janeiro, Duque de Caxias e São João de Meriti. Foram cumpridos mais de 43 mandados de busca e apreensão autorizados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), atingindo endereços do TCE-RJ, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e imóveis residenciais dos alvos. A operação expediu 5 mandados de prisão temporária e determinou a condução coercitiva de personalidades políticas, incluindo o então presidente da Alerj, Jorge Picciani.



