“A varanda tinha grades de metal”, disse Anna Ponomarenko, investigadora sênior de crimes de guerra da polícia de Kharkiv. “Tudo estava lacrado. As portas estavam trancadas com chaves e cadeados. Ele tirou o celular dela. Deixou comida para ela, só isso. Era escravidão sexual”, emendou ela, de acordo com o “Sun”.



