“Hoje, enquanto meus pés caminham por ruas que um dia eu só via pela tela de um celular, meu coração volta para o caminho percorrido até aqui. Lembro das orações feitas em silêncio, das lágrimas que ninguém viu, dos “nãos” que doeram, das portas fechadas e das vezes em que tudo parecia distante demais”, disse.



