“Este processo de troca de nome foi uma iniciativa global de grande magnitude e, por isso, representativa de pacientes, clínicos e agentes de políticas públicas. A denominação antiga era errônea porque focava apenas nos chamados cistos, que na verdade não são cistos, mas folículos com crescimento interrompido. Além disso, algumas mulheres com o diagnóstico nem apresentam esse aspecto nos ovários”, explica em nota.



