Sete anos após deixar Angola em busca de vida melhor, migrante celebra ingresso em faculdade de enfermagem na Baixada Fluminense


— Eu lembro que eu ficava com muito medo, porque eu não sabia diferenciar tiro e fogos de artifício. Então, quando eu ouvia qualquer barulho, como em dias de jogos de futebol, por exemplo, eu falava ‘Meu Deus!’ e me escondia dentro de casa (risos). Eu também não entendia algumas termos quando conversava com as pessoas, e sempre pesquisava depois. No decorrer do tempo, fui me adaptando. O povo brasileiro, especialmente o carioca, é muito receptivo. Sempre nos davam orientações, abraços… Isso nos ajudou muito. Uma comida diferente de que gostei muito foi o açaí — recorda-se a angolana. — Hoje, eu vejo o Brasil como minha segunda pátria e me sinto em casa. E, apesar da saudade de Angola, eu penso em voltar apenas para visitar, mas morar, não.



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