“Nosso trabalho como psicóloga é ajudar as mulheres na adaptação delas na unidade, a apoiar essas vítimas de violência. Muitas vezes, elas não vão na unidade por conta disso, mas por conta da gestação. É onde a gente entra com orientações e acompanhamento no sentido de fortalecê-las no enfrentamento dessa violência. Muitas vezes, durante o pré-natal, uma paciente hipertensa é encaminhada para a Psicologia. Quando você atende, tem como fundo uma situação de violência que ela passa. Às vezes, ela chega na emergência e relata que brigou em casa ou que foi agredida. A partir daí, você pode dar um rumo diferente para essa mulher. Muitas nem sabem que têm o direito de ir à delegacia.



