“No jardim da infância, o Lucas e um amiguinho queriam o mesmo carrinho e acabaram entrando em conflito, um querendo bater no outro, aquela coisa de criança pequenininha quando se vê numa contenda. E pensei, vou fazer uma música com esse refrão ‘a gente não pode bater nos amigos, os amigos são legais’. E foi absolutamente descompromissado. Logo depois, em casa, ele estava brincando sozinho, no canto dele, e começou a repetir, cantando, e vi que esse refrão tinha ficado na cabeça dele”, conta Fernando, referindo-se à composição de “Bater no amigão, não!”.



