Calma, o sexo não está em extinção, mas existem sinais… E eles apontam para a necessidade de mudanças imediatas! Durante décadas, a intimidade foi quase sinônimo de sexo. E o sexo, por sua vez, quase sempre foi reduzido a um roteiro previsível: penetração, orgasmo, fim. Mas a Geração Z (os nascidos entre 1997 e 2012) parece estar reescrevendo esse manual. Em vez de enxergar o sexo como o centro das relações, muitos jovens estão priorizando outros tipos de conexão: emocional, energética, intelectual ou até espiritual.



